sexta-feira, 21 de julho de 2017

Leituras 2017 #12

Imagens google
Resumo:
"O renascer da alma.
Passaram-se quatro anos desde que o médico Ben Richardson perdera sua esposa grávida. Mas ele ainda não conseguira superar a dor. A fim de buscar um recomeço, aceitou trabalhar na emergência. Um dia, durante uma caminhada pela praia, ficou estarrecido ao ver uma bela grávida. Logo descobre que ela se chama Celeste, e que é enfermeira no hospital onde Ben trabalha. Ficar perto dela era uma constante lembrança de todo o sofrimento que passara. Por isso, decidiu manter-se distante. Entretanto, Celeste enfrentava sozinha uma gravidez de risco, e Ben sabia que precisava ajudá-la. Presenciar o milagre do nascimento da filhinha de Celeste o faz perceber que ele ainda pode ser feliz… se estiver preparado para entregar o seu coração."


É uma daquelas histórias em que à partida já sabemos que vai acabar bem, que tudo se irá resolver, que os protagonistas vão viver felizes para sempre.
É uma história leve, alegre, de final feliz que se lê rapidamente.

domingo, 16 de julho de 2017

Ser mãe de 3 #34

Também passar o jogo ao filho mais velho para ele passar aquele nível chato, ou escolher o jogo da filha,   especialmente aquele que está empancado num nível, ou deixar o mais novo jogar algo simples e constatar que:
-o mais velho (10 anos) passa à primeira e não entende porque a mãe não conseguíu
-a filha (6 anos) "desempanca" a coisa e bate records
-o mais novo (3 anos) percebe mais daquilo que a mãe
(os 40 anos da mãe não são para aqui chamados)

sexta-feira, 14 de julho de 2017

terça-feira, 11 de julho de 2017

Ser mãe de 3 # 33

As crianças precisam de educação, mas também de mimo.
As crianças precisam de ser ensinadas a andar, a falar, a comer com faca e garfo, a pedir licença para levantar. Mas também precisam de saber que há momentos em que se pode comer com as mãos, falar à bebé, andar ao colo.
As crianças precisam de saber que o "bom dia" e restantes cumprimentos são tão normais como respirar, mesmo quando as outras pessoas passem a vida a suster a respiração. Mas também têm de sentir que as pessoas as vão comprimentar porque querem estar com elas, que se dirijam a elas primeiro.
As crianças fazem birra, mas essas controlamos mais ou meos facilment, mas quando são elas o alvo da birra dos adultos. Do quererem parecer mais e melhor aos olhos de outros e elas é que sofrem.
Não é por ser mãer de 3 que me habituo ou compactuo com isso. É por ser mãe de 3 seres humanos pequenos, futuros adultos que não assino por baixo, não aceito e não tolero. Doa a quem doer.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

sábado, 8 de julho de 2017

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Perguntinha óbvia # 16

Será que tentar abrir as porta da entrada do prédio, quando se está dentro do mesmo, com o comando do carro é sinal de muito sono matinal?
E pensar que o carro não abre porque o comando está avariado, ou porque o fecho não funciona, nem mesmo com a chave de segurança, para afinal perceber que se está a tentar abrir um carro que, apesar de ser igualzinho ao nosso, não é o nosso, é sinal de cansaço?

Esclareço já que não foram no mesmo dia que estas situações me aconteceram, mas quase ☺

terça-feira, 4 de julho de 2017

Leituras 2017 #11

Imagem do site Bertrand
Sinopse da Bertrand:
"A oitava história. Dezanove anos depois.Baseada numa história original de J.K. Rowling, John Tiffany e Jack Thorne, Harry Potter e a Criança Amaldiçoada - a nova peça de teatro de Jack Thorne -, cuja estreia mundial decorreu no West End, em Londres, no passado dia 30 de Julho, é a primeira história oficial de Harry Potter a ser apresentada em versão teatral.Foi sempre difícil ser Harry Potter e não é mais fácil agora que ele se tornou num muito atarefado funcionário do Ministério da Magia, casado e pai de três crianças em idade escolar.Enquanto Harry luta com um passado que se recusa a ficar para trás, o seu filho mais novo, Albus, tem de se debater com o peso de um legado familiar que nunca desejou. Quando o passado e o presente se cruzam, pai e filho confrontam-se com uma desconfortável verdade: por vezes as trevas vêm de lugares inesperados."

Para quem conhece a saga, este livro está dentro do género, mas é uma peça de teatro, por isso a leitura torna-se diferente.
Neste livro, apesar de Harry ter um papel participativo, o grande "herói" é o seu filho Albus, que tal como o seu pai vai para a escola de Hogwarts e lá faz amigos.
Não é tanto uma história de magia (que está bem presente e é um fio condutor), mas mais uma história de conflitos entre pai e filho, de acertos, do estigma que um nome de família pode ter e  como as amizades e inimizades, mesmo as mais improváveis podem alterar o rumo da história.
Para quem é fã, é um livro diferente do habitual, como disse, mas que se lê bem.
Leram? O que acham?

sexta-feira, 30 de junho de 2017

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Ser mãe de 3 #32

É ter sentimentos contraditórios, porque não se consegue ir a uma fets de final de ano a meio da tarde, num dia de trabalho e ficar com um enorme peso na consciência porque não se está lá.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Leituras 2017 # 10

Google imagens
O relacionamento entre mãe e filha pode ser problemático, e este livro fala sobre isso.
Este livro anda à volta do relacionamento complicado entre Helena e a sua filha Mariana. A história de Helena, que também não teve um relacionamento fácil, se algum com a sua prépria mãe, e de Marianna, que estes de ser mãe procura perdoar a sua mãe e a ela própria.
Mariana sente-se inferior, sente que a sua mãe dá mais carinho ao seu irmão Guga, e que por ela não é sentido nenhum afecto, apenas aquele que o seu pai lhe dá.
Com o crescimento e entendimento de si e dos relacionamentos complicados entre as pessoas, ela percebe que o amor da sua mãe sempre esteve lá, embora só o tenha consigo perceber em alturas em que a mãe é mais carinhosa.
É um livro que quem tem um relação fácil não vai entender bem, e que quem tem uma mais atribulada vai perceber melhor. Toda a história é praticamente contada a partir do ponto de vista de Mariana.
Não foi das leituras mais fáceis e inclusivamente foi das mais interrompidas, não é um manual de relacionamentos, é mais uma história de uma família igual a tantas outras.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Perguntinha óbvia # 15

Qual é a mãe qual é ela, que não consegue ver nada do que está a filmar na desta dos filhos devido ao sol, e nem percebe que está tudo desfocado?

sábado, 10 de junho de 2017

Leituras 2017 # 9

Google imagens
Sinopse Fnac:
"Um mundo aparentemente normal, duas personagens - Aomame, uma mulher independente, professora de artes marciais, e Tengo, professor de matemática – que não são o que aparentam e ambos se dão conta de ligeiros desajustamentos à sua volta, que os conduzirão fatalmente a um destino comum. Um universo romanesco dissecado com precisão orwelliana, em que se cruzam histórias inesquecíveis e personagens cativantes"






 
Imagens Google

 Sinopse Fnac:
"O Livro 1 revelou a existência do mundo de 1Q84. Algumas perguntas encontraram resposta. Outras permanecem em aberto: Quem é o Povo Pequeno? Como farão esses seres para abrir caminho até ao mundo real? Existirão mesmo?, como sugere Fuka-Eri. Chegarão Aomame e Tengos a reencontrar-se? «Há coisas neste mundo que é melhor nem saber», como diz o sinistro Ushikawa. Em todo o caso, o destino dos heróis de 1Q84 está em marcha. No céu, distinguem-se nitidamente duas luas. Não é uma ilusão. Murakami descreve aqui um universo singular, que absorve, que imita a realidade, e a faz sua. A narrativa decorre em dois mundos que se cruzam, qual deles o mais real e o mais fascinante – o de 1984 e o de 1Q84. A perturbante história de um amor adiado, recortada num cenário marcado pelo desencanto e pela violência. Uma fábula sobre os dilemas do mundo contemporâneo. Murakami retrata o mal-estar da sociedade japonesa que se esconde por debaixo de uma aparente quietude."





Imagens Google
Sinopse Fnac:
"O Livro 3 revela o estilo forte e truculento de uma personagem única, Ushikawa de seu nome. A par de Tengo e Aomame, a voz da Ushikawa ecoa nas páginas do terceiro volume de 1Q84 e provoca as reações mais intensas. Amem-no ou detestem-no, mas deixem-no entregue à sua sorte. Tengo e Aomame continuam sem saber, mas aquele é o único lugar perfeito no mundo. Um lugar perfeitamente isolado e, ao mesmo tempo, o único que escapa às malhas da solidão. Este mundo também deverá ter as suas ameaças, os seus perigos, claro, e estar cheio dos seus próprios enigmas e de contradições. Mas não faz mal. A páginas tantas, é preciso acreditar. Sob as duas luas de 1Q84, Aomame e Tengo deixam de estar sozinhos... Inspirado em parte no romance 1984, de George Orwell, 1Q84 é uma surpreendente obra de ficção, escrita de forma poderosa e imaginativa - a um tempo um thriller e uma tocante história de amor. Murakami continua a provocar o espanto e a emoção, comunicando com milhões de pessoas de todas as idades, espalhadas pelo mundo inteiro. Ao pousar este livro, quantos leitores não se sentirão desafiados a ver o mundo com outros olhos?"

O que eu tenho a dizer sobre estes três livros?
Bem, muito pouco. Comecei a lê-los com interesse, até pela sua fama e confesso que a poucos capítulos do primeiro os achei maçudos  e chatos, sim perdoem-me as pessoas que adoram esta trilogia, eu não gostei.
A história não leva a lado nenhum, não tem nexo e não me faz olhar o mundo com outros olhos.
E vocês, leram, gostaram? Digam de vossa justiça. 

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Ser mãe de 3 #31

Esta mãe confessa, por escrito e publicamente, coisas que outras mães acham aberrantes:

1 - Já cedi em deitá-los na minha cama, só porque não me apetecia ter mais uma birra à noite.
2 - Já me deitei na cama com eles e adormeci logo, mesmo quando lhes tinha prometido que íamos conversar.
3 - Já saí do quarto deles, promentendo que ia voltar logo em seguida, porque só iria beber um copo de água e enfiei-me na minha cama.
4 - Já foram dormir sem tomar banho, porque eu estava muito cansado para lho dar.
5 - Já os deixe ver tv e jogar mais do que deviam, porque queris 5 minutos para fazer algo para mim.
6 - Já lhes disse que a sopa (ou outra comida) era feita de algo que eles gostam , só para não ter de aturar uma birra à refeição.
7 - Já lhes disse que alguma coisa estava esgotada na loja, só porque me esqueci de a comprar.
8 - Já gritei com eles e ficaram de castigo dó porque eu estava cansada e sem paciência.
9 - Já disse várias vezes que a educadora não os deixaria fazer isto ou aquilo porque não queria ser a má d fita.
10 - Já cedi porque não me apeteceu lidar com a birra do não.
11 - Já disse que sim, depois de lhes ter sido dito que não, exactamente pela razão acima.

Sim, esta mãe é imperfeita, muito, mas eu também nunca disse que queria ser perfeita ☺
 

Template by Suck my Lolly